{"id":814,"date":"2026-09-09T12:56:38","date_gmt":"2026-09-09T17:56:38","guid":{"rendered":"https:\/\/redbioamazonia.org\/?page_id=814"},"modified":"2026-09-14T06:11:18","modified_gmt":"2026-09-14T11:11:18","slug":"institutos-miembros","status":"publish","type":"page","link":"\/pt\/institutos-miembros\/","title":{"rendered":"Institutos Membros"},"content":{"rendered":"<p><strong>Instituto de Ecolog\u00eda \u2013 Universidad Mayor de San Andr\u00e9s<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bol\u00edvia<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Ecologia da Universidade Maior de San Andr\u00e9s (UMSA) estuda a biodiversidade da Bol\u00edvia h\u00e1 quase cinco d\u00e9cadas para conhec\u00ea-la, conserv\u00e1-la e promover o uso sustent\u00e1vel de seus recursos. Criado em 1978 e com sede na cidade de La Paz, desenvolve pesquisas em quatro grandes \u00e1reas da ecologia: aqu\u00e1tica, terrestre, vegetal e bot\u00e2nica, e animal e zoologia.<\/p>\n<p>Seu trabalho combina pesquisa cient\u00edfica, forma\u00e7\u00e3o de novos profissionais e colabora\u00e7\u00e3o com comunidades locais e institui\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. A Amaz\u00f4nia faz parte de sua hist\u00f3ria cient\u00edfica. Seus pesquisadores trabalharam nos rios Beni, Madre de Dios, Mamor\u00e9 e Madeira, e geraram conhecimento sobre biodiversidade aqu\u00e1tica, contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario, fauna, florestas, plantas e animais \u00fateis. Em territ\u00f3rios como Alto Beni e Tumupasa, tamb\u00e9m estuda as rela\u00e7\u00f5es entre biodiversidade, produ\u00e7\u00e3o e conhecimento local, articulando pesquisa cient\u00edfica e saberes das comunidades amaz\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Como parte da Rede Bioamaz\u00f4nia, o Instituto de Ecologia soma a experi\u00eancia cient\u00edfica da Bol\u00edvia a um desafio que cruza fronteiras, que consiste em conhecer, valorizar e conservar um dos territ\u00f3rios mais diversos do planeta.<\/p>\n<p>Site: www.umsa.bo<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/UMSAinformacion<\/p>\n<p>TikTok: @umsasomostodos<\/p>\n<p>Instagram: @umsa.somostodos<\/p>\n<p>YouTube: @umsasomostodos-s8q7g<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 \u2013 IDSM<\/strong><\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 (IDSM) \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o de pesquisa aplicada criada em 1999 e vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o do Brasil. Com sede em Tef\u00e9, no estado do Amazonas, desenvolve pesquisa cient\u00edfica, manejo sustent\u00e1vel de recursos naturais e a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento social, principalmente na regi\u00e3o do M\u00e9dio Solim\u00f5es. Seu trabalho busca gerar conhecimento e solu\u00e7\u00f5es para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade amaz\u00f4nica e a melhoria da qualidade de vida das popula\u00e7\u00f5es que vivem na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Suas pesquisas abarcam diversas \u00e1reas das ci\u00eancias naturais e sociais, incluindo biodiversidade, ecologia, manejo de recursos naturais, sa\u00fade, antropologia, geoci\u00eancias e arqueologia. Uma de suas principais caracter\u00edsticas \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o entre conhecimento cient\u00edfico e saberes tradicionais, desenvolvendo modelos de conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel da biodiversidade junto com comunidades ribeirinhas e povos ind\u00edgenas. Atualmente, o instituto desenvolve cerca de 130 projetos de pesquisa e atua em 36 \u00e1reas protegidas da Amaz\u00f4nia, com especial aten\u00e7\u00e3o aos ecossistemas de florestas inundadas.<\/p>\n<p>O Instituto Mamirau\u00e1 conta com uma ampla estrutura para a pesquisa de campo, que inclui bases de pesquisa terrestres e flutuantes, embarca\u00e7\u00f5es, laborat\u00f3rios, acervos cient\u00edficos e equipamentos especializados. Suas cole\u00e7\u00f5es reunem materiais de mam\u00edferos, r\u00e9pteis e peixes, al\u00e9m de acervos de cultura material e arqueologia. Essa infraestrutura permite desenvolver pesquisas em rios, lagos, florestas de v\u00e1rzea e igap\u00f3, \u00e1reas de manejo, s\u00edtios arqueol\u00f3gicos e outros ambientes amaz\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Ao longo de sua trajet\u00f3ria, o Instituto Mamirau\u00e1 desenvolveu modelos de manejo sustent\u00e1vel que se tornaram refer\u00eancias para a conserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento social na Amaz\u00f4nia. Entre eles, destaca-se o manejo comunit\u00e1rio do peixe amaz\u00f4nico pirarucu, que contribuiu para recuperar as popula\u00e7\u00f5es da esp\u00e9cie nas \u00e1reas manejadas e gerar renda para as comunidades. Sua experi\u00eancia tamb\u00e9m se estendeu a outras \u00e1reas da Amaz\u00f4nia e a outros pa\u00edses, consolidando o instituto como uma refer\u00eancia em pesquisa aplicada, conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e desenvolvimento sustent\u00e1vel baseado na participa\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es locais.<\/p>\n<p>Site: https:\/\/mamiraua.org\/<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/institutomamiraua\/<\/p>\n<p>Instagram: @institutomamiraua<\/p>\n<p>YouTube: @institutomamiraua2609<\/p>\n<p>LinkedIn: https:\/\/www.linkedin.com\/company\/institutomamiraua\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (INPA)<\/strong><\/p>\n<p>Fundado em 1952 e inaugurado em 1954, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (INPA\/MCTI) \u00e9 uma refer\u00eancia mundial em Biologia Tropical. Sua miss\u00e3o \u00e9 gerar e difundir conhecimentos e tecnologia para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Ao longo de sete d\u00e9cadas, passou de realizar invent\u00e1rios de fauna e flora ao desafio de ampliar de maneira sustent\u00e1vel o uso dos recursos naturais, com um compromisso com a biodiversidade, a sociodiversidade e os recursos florestais e h\u00eddricos.<\/p>\n<p>O Instituto tem sua sede em Manaus, Brasil, e est\u00e1 dividido em tr\u00eas campi, que somam quase 380 mil m\u00b2, al\u00e9m de tr\u00eas reservas florestais, duas reservas biol\u00f3gicas, quatro esta\u00e7\u00f5es experimentais, bases e laborat\u00f3rios flutuantes. Tamb\u00e9m conta com quatro Centros de Apoio \u00e0 Pesquisa no Acre, Par\u00e1, Rond\u00f4nia e Roraima.<\/p>\n<p>Sua estrutura inclui quatro coordena\u00e7\u00f5es de pesquisa (Biodiversidade, Din\u00e2mica Ambiental, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, e Sociedade, Meio Ambiente e Sa\u00fade), a Coordena\u00e7\u00e3o de Capacita\u00e7\u00e3o (COCAP) \u2014 encarregada dos estudos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o \u2014, o Programa de Cole\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas Biol\u00f3gicas \u2014 que re\u00fane nove cole\u00e7\u00f5es bot\u00e2nicas, microbiol\u00f3gicas e zool\u00f3gicas \u2014, laborat\u00f3rios tem\u00e1ticos, a Editora INPA e o Bosque da Ci\u00eancia \u2014 um espa\u00e7o de 13 hectares, inaugurado em 1995 e dedicado \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Site: https:\/\/portal.inpa.gov.br<\/p>\n<p>Instagram: @inpa_mcti<\/p>\n<p>YouTube: @INPAdaAmazonia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi<\/strong><\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi (MPEG), centro pioneiro nos estudos cient\u00edficos dos sistemas naturais e socioculturais da Amaz\u00f4nia, \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o de pesquisa vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o do Brasil (MCTI), fundada em 1866 em Bel\u00e9m, no estado do Par\u00e1. H\u00e1 160 anos, gera e difunde conhecimentos sobre a biodiversidade, os sistemas naturais e os processos socioculturais da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Suas pesquisas abarcam as ci\u00eancias humanas, biol\u00f3gicas, sociais e da Terra. Sendo um dos museus brasileiros mais antigos, grandes e populares, conta com um dos conjuntos de cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas mais importantes da regi\u00e3o: j\u00e1 s\u00e3o mais de 4,5 milh\u00f5es de itens preservados em 19 cole\u00e7\u00f5es, que incluem dados sobre f\u00f3sseis, plantas, animais, cer\u00e2micas arqueol\u00f3gicas, objetos de povos origin\u00e1rios e registros de l\u00ednguas ind\u00edgenas, entre outros. Somente no s\u00e9culo XXI, o Museu Goeldi liderou pesquisas sobre a biodiversidade amaz\u00f4nica, junto com seus parceiros, que descreveram 789 novas esp\u00e9cies de fauna, flora e fungos.<\/p>\n<p>Atualmente, oferece \u00e0 comunidade sete cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (Biodiversidade e Evolu\u00e7\u00e3o, Diversidade Sociocultural, Zoologia, Bot\u00e2nica Tropical, Ci\u00eancias Ambientais, Sociologia e Antropologia, e Biodiversidade e Biotecnologia), que contam com o apoio de cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, bibliogr\u00e1ficas, documentais e de laborat\u00f3rios, como o de Microscopia Eletr\u00f4nica de Varredura, Qu\u00edmica Anal\u00edtica, Biologia Molecular, Arqueologia Amaz\u00f4nica e An\u00e1lise e Documenta\u00e7\u00e3o Lingu\u00edstica.<\/p>\n<p>O museu se distribui em tr\u00eas unidades: o Parque Zoobot\u00e2nico e o Campus de Pesquisa, em Bel\u00e9m, e a Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica Ferreira Penna, na Floresta Nacional de Caxiuan\u00e3, que funciona como um laborat\u00f3rio de vanguarda para estudos sobre os ecossistemas amaz\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Ao longo de sua trajet\u00f3ria, o Museu Goeldi contribui para ampliar o conhecimento sobre a Amaz\u00f4nia, apoiar a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e valorizar os conhecimentos e o patrim\u00f4nio da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Website: https:\/\/gov.br\/museugoeldi<\/p>\n<p>Instagram: @museuemiliogoeldi<\/p>\n<p>Facebook\/TikTok e X: @museugoeldi<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto Humboldt<\/strong><\/p>\n<p><strong>Col\u00f4mbia<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Investigaci\u00f3n de Recursos Biol\u00f3gicos Alexander von Humboldt \u00e9 um dos institutos de pesquisa que comp\u00f5em o Sistema Nacional Ambiental (SINA) da Col\u00f4mbia. Ele gera conhecimento sobre a biodiversidade e os ecossistemas continentais do pa\u00eds e sua conex\u00e3o com o bem-estar humano.<\/p>\n<p>Tem a fun\u00e7\u00e3o de consolidar o invent\u00e1rio cient\u00edfico nacional e realizar pesquisa b\u00e1sica e aplicada sobre os recursos bi\u00f3ticos, hidrobiol\u00f3gicos e gen\u00e9ticos da flora e da fauna do pa\u00eds. Com isso, gera dados, conhecimento e narrativas para promover a conserva\u00e7\u00e3o, o uso sustent\u00e1vel da natureza e a tomada informada de decis\u00f5es, em articula\u00e7\u00e3o com comunidades, autoridades, academia e setores produtivos.<\/p>\n<p>Sua experi\u00eancia e capacidade de mobilizar dados e gerar conhecimento cient\u00edfico permitem que voc\u00ea conecte informa\u00e7\u00f5es e evid\u00eancias sobre biodiversidade com a governan\u00e7a territorial, a resili\u00eancia clim\u00e1tica e o bem-estar das comunidades, reconhecendo tamb\u00e9m os saberes locais. Na Amaz\u00f4nia, essa relev\u00e2ncia se materializou por meio de projetos estrat\u00e9gicos no territ\u00f3rio, como o Yaguara II, atrav\u00e9s do qual consolidou um acordo de opera\u00e7\u00e3o com o Resguardo Yaguara II, no n\u00facleo de desenvolvimento florestal Llanos del Yar\u00ed, para vincular pesquisadores locais \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o socioecol\u00f3gica de 280 hectares e fortalecer a governan\u00e7a de seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/instituto.humboldt\/<\/p>\n<p>Instagram: @instituto_humboldt<\/p>\n<p>X: @inst_humboldt<\/p>\n<p>YouTube: @InstHumboldt<\/p>\n<p>Spotify: https:\/\/open.spotify.com\/show\/6V7Fl5kh8svQbegbTzYFqo<\/p>\n<p>TikTok: @instituto_humboldt<\/p>\n<p>LinkInBio ou SmartLink: mtr.bio\/Humboldt<\/p>\n<p>LinkedIn: https:\/\/www.linkedin.com\/company\/institutohumboldt\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto Amaz\u00f4nico de Pesquisas Cient\u00edficas SINCHI <\/strong><\/p>\n<p><strong>Col\u00f4mbia<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto Amaz\u00f4nico de Investigaciones Cient\u00edficas SINCHI est\u00e1 vinculado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Col\u00f4mbia. Sua miss\u00e3o \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o, coordena\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de estudos cient\u00edficos sobre a realidade biol\u00f3gica, ecol\u00f3gica e social da Amaz\u00f4nia colombiana, orientando a conserva\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o e o uso sustent\u00e1vel da biodiversidade regional.<\/p>\n<p>Por meio da gera\u00e7\u00e3o de conhecimento, da inova\u00e7\u00e3o, da transfer\u00eancia de tecnologia e da apropria\u00e7\u00e3o social, o Instituto satisfaz as necessidades e expectativas de suas partes interessadas. Seu trabalho fomenta a gest\u00e3o integral do territ\u00f3rio e o desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o, apoiado em talento humano altamente qualificado e em uma infraestrutura t\u00e9cnica adequada para responder aos grandes desafios ambientais atuais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a entidade conta com programas de pesquisa focados na flora, fauna, solos e din\u00e2micas socioambientais do ecossistema amaz\u00f4nico, para garantir que a ci\u00eancia responda \u00e0s realidades das comunidades locais que habitam o territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Com sede principal em Leticia, sede de liga\u00e7\u00e3o em Bogot\u00e1 e sedes territoriais em Florencia, San Jos\u00e9 del Guaviare e In\u00edrida, e subsedes em Mit\u00fa e Puerto As\u00eds, o SINCHI articula a pesquisa cient\u00edfica com os saberes tradicionais para preservar a integridade da floresta amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Esta ampla presen\u00e7a regional lhe permite acompanhar de maneira direta os processos de governan\u00e7a ambiental, o fortalecimento das cadeias produtivas sustent\u00e1veis, a bioeconomia e a tomada de decis\u00f5es informadas por parte das autoridades ambientais do pa\u00eds, o que consolida a institui\u00e7\u00e3o como uma refer\u00eancia indispens\u00e1vel no estudo da Pan-Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Website: https:\/\/sinchi.org.co\/<\/p>\n<p>Instagram: @institutosinchi_<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/instituto.sinchi<\/p>\n<p>X: https:\/\/x.com\/InstitutoSINCHI<\/p>\n<p>YouTube: @InstitutoSINCHI1<\/p>\n<p>LinkedIn: linkedin.com\/in\/sinchi-instituto-amaz\u00f3nico-de-investigaciones-cient\u00edficas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto Nacional de Biodiversidade \u2013 INABIO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Equador<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto Nacional de Biodiversidad (INABIO) \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica de pesquisa, vinculada ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Energia do Equador, criada em 2014 para gerar conhecimento e desenvolver ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o voltadas para a conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio natural do pa\u00eds e para o uso sustent\u00e1vel da biodiversidade.<\/p>\n<p>Seu trabalho abrange o estudo da diversidade biol\u00f3gica do Equador, desde a pesquisa taxon\u00f4mica e ecol\u00f3gica at\u00e9 a gera\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. O instituto realiza pesquisas sobre flora, fauna e ecossistemas e trabalha em parceria com institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas e cient\u00edficas nacionais e internacionais para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e fornecer evid\u00eancias para sua conserva\u00e7\u00e3o e manejo. Atualmente, conta com 55 projetos, dos quais 60 % s\u00e3o executados pelo pr\u00f3prio INABIO.<\/p>\n<p>Um de seus principais pontos fortes s\u00e3o suas cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, que re\u00fanem esp\u00e9cimes das \u00e1reas de bot\u00e2nica, invertebrados, mastozologia, ornitologia, herpetologia e ictiologia, constituindo uma infraestrutura fundamental para a pesquisa da biodiversidade equatoriana. Entre elas, encontram-se mais de 5.500 exemplares de mam\u00edferos, que representam cerca de 73 % das esp\u00e9cies de mam\u00edferos registradas no Equador, e mais de 9.500 esp\u00e9cimes de aves pertencentes a mais de 1.000 esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia equatoriana, o INABIO contribui para documentar e compreender a biodiversidade de um dos territ\u00f3rios mais diversos do pa\u00eds. Suas pesquisas geraram novos registros e conhecimentos sobre esp\u00e9cies e ecossistemas amaz\u00f4nicos, incluindo estudos recentes no Parque Nacional Yasun\u00ed e na prov\u00edncia de Sucumb\u00edos. Sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica tamb\u00e9m contribui para ampliar o conhecimento sobre esp\u00e9cies ainda pouco estudadas: somente em 2024, o instituto publicou 89 artigos cient\u00edficos e participou na descri\u00e7\u00e3o de mais de 20 novas esp\u00e9cies para a ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Website: https:\/\/inabio.biodiversidad.gob.ec\/<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/InstitutoNacionalDeBiodiversidadEcuador\/<\/p>\n<p>X: https:\/\/x.com\/INABIO_EC<\/p>\n<p>Instagram: @inabio_ec<\/p>\n<p>YouTube: @MuseoEcuatorianoCCNN<\/p>\n<p>LinkedIn: https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-nacional-de-biodiversidad-inb-ecuador-\/about\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Investigaciones de la Amazon\u00eda Peruana (IIAP)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Peru<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Investiga\u00e7\u00f5es da Amaz\u00f4nia Peruana (IIAP) \u00e9 um organismo p\u00fablico de pesquisa vinculado ao Minist\u00e9rio do Meio Ambiente do Peru, dedicado a gerar conhecimento cient\u00edfico e tecnologias para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia peruana. H\u00e1 mais de 44 anos, pesquisa a biodiversidade, os ecossistemas e os recursos naturais da regi\u00e3o, promovendo seu manejo respons\u00e1vel, a conserva\u00e7\u00e3o da floresta em p\u00e9 e alternativas que contribuam para o bem-estar das popula\u00e7\u00f5es amaz\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Seu trabalho integra ci\u00eancia, inova\u00e7\u00e3o e saberes dos povos origin\u00e1rios para responder a desafios como a perda de biodiversidade, a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, a degrada\u00e7\u00e3o ambiental, a seguran\u00e7a alimentar e o desenvolvimento de economias sustent\u00e1veis. Suas principais linhas de pesquisa abrangem a agricultura familiar amaz\u00f4nica e a seguran\u00e7a alimentar, a qualidade ambiental e restaura\u00e7\u00e3o de ecossistemas degradados, as alternativas econ\u00f4micas baseadas na biodiversidade, a caracteriza\u00e7\u00e3o e o monitoramento da flora e fauna, os conhecimentos tradicionais e a governan\u00e7a territorial, bem como a mitiga\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica, com \u00eanfase em turfeiras e \u00e1reas \u00famidas.<\/p>\n<p>O IIAP busca transformar a pesquisa em evid\u00eancias, tecnologias, informa\u00e7\u00f5es e solu\u00e7\u00f5es \u00fateis para comunidades, produtores, autoridades e tomadores de decis\u00e3o, contribuindo para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas baseadas em evid\u00eancias. Para isso, conta com mais de 20 laborat\u00f3rios especializados e dotados de tecnologia de ponta, e desenvolve suas atividades em Loreto, Ucayali, Madre de Dios, San Mart\u00edn e outras regi\u00f5es amaz\u00f4nicas do Peru, com seis sedes regionais e uma cobertura de pesquisa que abrange mais de 60 % do territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Pela sua trajet\u00f3ria e presen\u00e7a territorial, o IIAP se consolidou como uma institui\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia em pesquisa sobre a Amaz\u00f4nia peruana. Em 2025, a FAO lhe concedeu o Pr\u00eamio Global de Boas Pr\u00e1ticas e Inova\u00e7\u00e3o em Produ\u00e7\u00e3o e Prote\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel, em reconhecimento \u00e0 sua capacidade de integrar rigor cient\u00edfico e inova\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Seu trabalho contribui para fortalecer a conserva\u00e7\u00e3o das florestas, o uso sustent\u00e1vel dos recursos naturais e o bem-estar das popula\u00e7\u00f5es amaz\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Web: https:\/\/gob.pe\/iiap<\/p>\n<p>Facebook: https:\/\/www.facebook.com\/IIAPPERU\/?locale=es_ES<\/p>\n<p>Instagram: @iiapperu<\/p>\n<p>Tik Tok: @iiapperu<\/p>\n<p>X: https: IiapPeru<\/p>\n<p>Linkedin:https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-investigaciones-de-la-amazon%C3%ADa-peruana<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Instituto de Ecolog\u00eda \u2013 Universidad Mayor de San Andr\u00e9s Bolivia El Instituto de Ecolog\u00eda de la Universidad Mayor de San Andr\u00e9s (UMSA) lleva casi cinco d\u00e9cadas estudiando la biodiversidad de Bolivia para conocerla, conservarla y promover el uso sostenible de sus recursos. 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